Santos

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domingo, 10 de abril de 2016

Santos é destaque nacional em saneamento básico

Santos é destaque nacional em saneamento básicoAtualizado em: 07 abr 2016 às 08h
Foto de uma torneira pingando #pracegover
O Ranking do Saneamento 2016, promovido pelo Instituto Trata Brasil, confirmou Santos com os melhores indicadores de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto do Brasil.
Entre as 100 maiores cidades do País, o Município obteve o 5º lugar no estudo realizado com base nas informações do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2014, do Ministério das Cidades.


Santos(5º lugar) fica atrás apenas de 
  • Franca (1° lugar), 
  • Londrina (2°), 
  • Uberlândia (3°) e
  •  Maringá (4º).

 Está à frente de diversas importantes cidades do Estado, como São José dos Campos (7º) e São Paulo (22º), e de outras capitais brasileiras, a exemplo de Curitiba (11º) e Belo Horizonte (25°).
Segundo o pesquisador do Instituto Trata Brasil, Pedro Scazufca, a evolução do saneamento é acompanhada de três elementos: bom planejamento em prol da universalização do serviço, a regulação adequada do serviço e a gestão adequada da concessionária de saneamento.
Operação
Em Santos, desde 1973 o fornecimento de água e o sistema de coleta e tratamento de esgoto são operados pela Sabesp. No final de setembro de 2015, a Prefeitura assinou contrato histórico com a empresa estatal, válido por 30 anos, que resultará em quase R$ 1 bilhão de investimentos.
Um total de R$ 424 milhões será revertido para ações de melhoria no abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e manutenção geral. “Em sistema de esgoto, Santos tem quase 100% de rede, coleta e tratamento. Hoje o nosso foco é ampliar a manutenção e o monitoramento para que a Cidade melhore os seus indicadores cada vez mais”, explica a secretária de Meio Ambiente, Débora Blanco Bastos Dias.
Seminário
Para discutir a melhoria da qualidade das águas da região costeira de São Paulo, que inclui a Baixada Santista, a Prefeitura planeja um seminário internacional em novembro, em parceria com a Secretaria de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, a Poli/USP e pesquisadores ambientais.
Alguns dos indicadores de Santos
=> Atendimento total de água – 100% 
=> Atendimento urbano de água – 100% 
=> Atendimento total de esgoto – 98,54% 
=> Atendimento urbano de esgoto – 98,61% 
=> Esgoto tratado para água consumida – 97,60%
Serviço
Foto: Arquivo Secor / Francisco Arrais

terça-feira, 8 de março de 2016

Caixa aumenta teto do financiamento de imóveis usados para 70% do valor total

Caixa aumenta teto do financiamento de imóveis usados para 70% do valor total

 - Atualizado: 08 Março 2016 | 12h 06

Além desta medida, banco também anuniou que vai voltar a financiar a compra de um segundo imóvel, nas mesmas condições utilizadas para financiar o primeiro

Caixa estima o financiamento de 64 mil unidades adicionais em relação ao que foi financiado em 2015
Caixa estima o financiamento de 64 mil unidades adicionais em relação ao que foi financiado em 2015
Na tentativa de estimular o financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira, 8, uma série de medidas voltadas ao crédito. A primeira delas se refere ao aumento do teto do financiamento de imóveis usados de 50% para 70% pelo sistema de financiamento habitacional (SFH), no caso de clientes do setor privado e imóveis de até R$ 750 mil, segundo explicou o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza. Para setor público, cota foi elevada de 60% para 80%.
A mudança ocorre menos de um ano depois do banco ter reduzido o teto do financiamento de imóveis usados para 50%. Em abril de 2015, a Caixa primeiro anunciou a redução do limite de 90% para 80% e depois diminuiu ainda mais, para 50%. Segundo a presidente da Caixa, Miriam Belchior, a cota de financiamento é o fator que mais impacta a demanda de habitação. Miriam ressaltou que a elevação da cota induz a demanda por imóvel novo. 
Os imóveis usados financiados pelo sistema financeiro imobiliário, acima de R$ 750 mil em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal e de R$ 650 mil nos demais Estados, passarão a ter teto de 60%, dos atuais 40%, para o setor privado. Para o setor público, a cota passou de 50% para 70%. 
Segundo imóvel. A Caixa também informou que vai passar a financiar a compra do segundo imóvel, nas mesmas condições utilizadas para financiar o primeiro. Dessa forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou mais tempo para vender o primeiro, destacou a presidente da Caixa. Em agosto do ano passado, a Caixa havia vetado novos empréstimos a clientes que já tinham um imóvel financiado.
A presidente da Caixa afirmou que, com todas as medidas anunciadas hoje, deve haver uma elevação de 13% dos recursos destinados ao crédito à habitação, ou R$ 16,1 bilhões. Com isso, a Caixa estima o financiamento de 64 mil unidades adicionais em relação ao que foi financiado em 2015.
Ela comentou ainda que a Caixa está se preparando para ter mais eficiência e que, nesse sentido, o banco tem cortado custos. "Temos o desafio de tornar a Caixa mais rentável e eficiente", disse. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Por que São Paulo

Por que São Paulo

Escolha São Paulo, destino certo para o seu investimento. Confira os 10 principais motivos que fazem de São Paulo o Estado número 1 do Brasil, garantia de sucesso para o seu empreendimento. Confira:

Número 1 em desenvolvimento econômico: reconhecido como maior polo econômico e industrial do Hemisfério Sul, São Paulo responde por mais de 32% da receita nacional do comércio e 43% do total de prestação de serviços. É responsável por 33% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, volume maior que o de países inteiros, como Argentina, Indonésia, Holanda e Turquia.

Número 1 em mercado consumidor: com 42 milhões de habitantes, São Paulo é o Estado mais populoso e rico do Brasil, concentrando o 3° maior mercado consumidor da América Latina, atrás somente do Brasil como um todo e do México. A maior força do mercado consumidor brasileiro está no interior de São Paulo.
Número 1 em localização estratégica: localizado na Região Sudeste, o Estado de São Paulo faz divisa com Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio de Janeiro. Com 645 municípios, sua dinâmica regional constituiu uma rede de cidades que compreende, nos estratos superiores de sua hierarquia, um conjunto de metrópoles, aglomerados e centros urbanos.
Número 1 em infraestrutura: abriga as mais modernas rodovias brasileiras e os principais aeroportos do País, além do Porto de Santos, maior terminal de contêineres da América Latina, responsável por 25% da corrente de comércio brasileira. A rede de transportes é complementada por ferrovias, hidrovia e dutos.
Número 1 em capital humano: o Estado concentra 24% do total de instituições de educação superior do Brasil. As três universidades públicas paulistas figuram entre as melhores do País, com reconhecimento internacional. São Paulo abriga ainda a maior rede gratuita de ensino técnico e profissionalizante do Brasil, com destaque para o Centro Paula Souza, responsável pelas Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs).
Número 1 em inovação: responsável por 86% do total investido em Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, São Paulo conta com extensa rede de instituições de pesquisa públicas e privadas, dispondo de uma expressiva produção de conhecimento, além de um programa de estímulo à implantação de parques tecnológicos e uma das principais agências de estímulo à pesquisa do País, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Número 1 em qualidade de vida: São Paulo conta com um dos melhores desempenhos nacionais em relação às condições de vida da população, 90% dos seus 645 municípios apresentam alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Desse total, 20 cidades são consideradas excelentes pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Número 1 em fontes de financiamento: empreendimentos instalados no Estado de São Paulo têm acesso a uma série de programas de financiamento oferecidos por agências públicas voltadas à promoção do desenvolvimento, como a Desenvolve SP, que oferece linhas de crédito com juros e taxas competitivas.
Número 1 em políticas de incentivo: com o objetivo de reduzir o custo de produção e estimular o crescimento da economia, o Governo de São Paulo oferece vários incentivos fiscais que beneficiam diversos setores produtivos. Confira!
Número 1 em turismo e eventos: o Estado de São Paulo é o principal destino de turismo de negócios do Brasil. Com 75% das feiras e eventos realizados (um a cada seis minutos), a capital é a sede dos principais encontros brasileiros e internacionais, enquanto o interior e o litoral destacam-se por suas atividades econômicas e de lazer. São Paulo será palco também da abertura da Copa do Mundo Fifa 2014, maior evento esportivo do mundo.
Fonte:  Investe SP





Imagens do Gonzaga, Av Ana Costa de antigamente, Acervo FAMS


Para os saudosistas um pouco de imagens lindas, de um tempo que deixou saudades, mesmo de quem não tenha vivido neste pedaço.

Imagens que tocam no coração das pessoas que amam as coisas belas da vida, e de Santos!




ACERVO FAMS
Imagem Nº 00093
O Gonzaga antigo. (LO)
Data: s/d
Autor: José Marques Pereira
Data: 27-02-2009
Tamanho: 
Tamanho total: 680x456 




ACERVO FAMS
Imagem Nº 00095
Uma vista antiga do Gonzaga. (LO)
Data: s/d
Autor: José Marques Pereira
Data: 27-02-2009
Tamanho: 
Tamanho total: 680x476 




ACERVO FAMS
Imagem Nº 00096
Vista atual do Gonzaga. (LO)
Av. Ana Costa, onde localiza-se o Parque Balneário, o Atlântico Hotel e as Palmeiras Imperiais ao centro.
Data: 1939
Autor: Sophia Pretzel Waldheim
Data: 27-02-2009
Tamanho: 
Tamanho total: 680x477 



ACERVO FAMS
Imagem Nº 00269
Gonzaga. Praça Independência.
Data: s/d
Autor: Desconhecido
Data: 27-02-2009
Tamanho: 
Tamanho total: 680x478 




ACERVO FAMS
Imagem Nº 00372
Orla da Praia - Gonzaga (LO)
Data: s/d
Autor: Desconhecido
Data: 27-02-2009
Tamanho: 
Tamanho total: 680x437 

Fonte: Fundação Arquivo e Memória de Santos



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Codesp planeja porto do futuro para nova geração de navios


19/01/2016 às 05h00 1

Codesp planeja porto do futuro para nova geração de navios


Por Fernanda Pires | De Santos
Claudio Belli/Valor
Oliva, presidente da Codesp: "Temos de ser competitivos, sermos um hub port enquanto pudermos ser. Santos vai ser um dos grandes polos de feeder"
No cargo há dois meses e meio, o presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Alex Oliva, prepara o porto de Santos para manter o protagonismo num cenário em que o crescimento incessante dos navios esbarra nos limites físicos do maior porto da América Latina.
O executivo adiantou ao Valor que irá contratar um estudo para planejar o porto para daqui 25 anos, tão logo saia o diagnóstico recém-encomendado à Universidade de São Paulo (USP) que definirá - até dezembro de 2017 - a capacidade máxima de recepção de navios pelo porto, formado por um canal de navegação às margens do qual estão instalados os terminais de movimentação de cargas.
Uma das opções seria fazer um porto offshore, fora do estuário de Santos, que poderia receber navios sem restrição de tamanho. Hoje o canal por onde trafegam os navios está limitado a 15 metros de profundidade e a 220 metros de largura, com um traçado que engloba uma curva acentuada que impõe dificuldades às manobras dos maiores navios com escala regular, de 336 metros de comprimento.
Mas uma nova geração de embarcações deve chegar em águas brasileiras no futuro próximo, com extensão de 366 metros. E a abertura do novo canal do Panamá, prevista para abril, deve acelerar a vinda das classes subsequentes. Contudo, ainda não do mesmo patamar das empregadas em tráfegos mais volumosos, como nas rotas entre Ásia e Europa.
"Uma possibilidade é o porto offshore com transbordo, tendo o atual porto como um grande suporte", afirmou Oliva. Segundo ele, a meta é estudar alternativas para que Santos não fique estagnado. Hoje o cais santista escoa o equivalente a 27% da balança comercial em valores, sendo o porto concentrador do Brasil, de onde a cargas são redirecionadas via transbordo para demais portos no país.
Mas novos concorrentes devem pulverizar a carga e dar conta do crescimento absoluto da demanda, como o porto de Suape (PE), um "sucesso pré-anunciado há décadas", diz Oliva.
Especialistas avaliam que Suape será o grande hub port da América do Sul devido às condições estratégicas. Tem área de expansão, é segregado da região urbana, tem profundidade, acesso rodoviário e a ferrovia está sendo expandida até lá. Ainda, está mais próximo da Europa e do Canal do Panamá, que encurta a viagem até a Ásia.
"Temos de ser competitivos, sermos um hub port enquanto pudermos ser. E quando outros começarem a ser, não nos amedrontarmos. Santos vai ser um dos grandes polos de 'feeder' [que alimenta os portos concentradores] da América do Sul. Perde talvez as grandes linhas dos megacarriers que não vão passar na nossa curva, isso vai para algum lugar e o cenário que se mostra é Suape", afirma.
Na avaliação dele, engenheiro civil que atuou por mais de 30 anos no Ministério dos Transportes e integrou os quadros da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), caso Santos desenvolva o porto offshore, perdurará por mais tempo como um porto concentrador.
Além do planejamento de longo prazo, Oliva quer deixar como marca - o mandato de presidente é válido por dois anos, podendo ser renovado - um laboratório que será um centro de excelência na Baixada Santista para estudo e formação de especialistas. Integra o contrato de R$ 10 milhões assinado com a USP a construção de um modelo reduzido do estuário de Santos em uma oficina da Codesp.
Nos próximos anos Santos deve viver um ciclo de investimentos com os novos arrendamentos. Em dezembro de 2015 foram arrendadas três áreas no cais santista, duas para movimentação de celulose (uma pela Fibria e outra pela Marimex) e uma para grãos, pelo consórcio Cargill - Louis Dreyfus, com outorga combinada de R$ 430 milhões e investimento de R$ 608 milhões a ser feito pelas empresas. "Foi um resultado excelente devido ao ambiente de pessimismo. Vamos ter 2016 e 2017 com investimentos intensos, isso vai alavancar um novo ciclo de negócios para o porto e cadeia produtiva."
Valor

domingo, 29 de novembro de 2015

Remodelação de vias do Gonzaga deve começar em janeiro

Remodelação de vias do Gonzaga deve começar em janeiro
Obras seguirão os mesmos moldes das realizadas na Avenida Ana Costa
DE A TRIBUNA ON-LINE
27/11/2015 - 09:22 - Atualizado em 27/11/2015 - 09:31
Resultado de imagem para Avenida Ana Costa, em Santos

Seguindo os mesmos moldes já implementados na Avenida Ana Costa, em Santos, as avenidas Marechal Deodoro e Floriano Peixoto, receberão, a partir de janeiro, obras de revitalização que garantirão maior acessibilidade no Gonzaga, principal região comercial do Município. 
O projeto de elétrica para embutimento de fiação já foi entregue à CPFL. Agora, estão sendo realizados os últimos ajustes e a estimativa é que os serviços tenham início dia 4 de janeiro. 
Na intervenção, a Prefeitura vai empregar R$ 4,6 milhões, verba proveniente do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade), do Governo do Estado. A supervisão da obra será feita pela Secretaria de Infraestrutura e Edificações (Siedi).
Remodelação
A proposta é complementar a remodelação implantada na Avenida Ana Costa, trecho entre a Praça da Independência e a praia. O projeto inclui novas sarjetas, paisagismo, lixeiras e bancos. Contará com infraestrutura para redes de energia e postes de iluminação com luminárias. As vias serão repavimentadas e receberão sinalização horizontal e vertical.

sábado, 24 de outubro de 2015

Extra reinaugura loja da Ana Costa com novo conceito de atendimento

Extra reinaugura loja da Ana Costa com novo conceito de atendimento


Estabelecimento, o maior de Santos, passou por reformulação, seguindo padrão das demais lojas do País


A revitalização do estabelecimento faz parte de um 
plano de expansão do novo conceito de loja
Com o objetivo de oferecer maior qualidade nos serviços prestados a seus clientes, o Hipermercado Extra reinaugurou nesta sexta-feira (23) sua maior loja em Santos, localizada na Avenida Ana Costa. A revitalização do estabelecimento faz parte de um plano de expansão do novo conceito de loja, anunciado pelo grupo em junho deste ano. 

Para a modernização da loja, formou-se uma equipe de especialistas do Extra, que analisou inúmeros fatores e começou a traçar um plano de ação, envolvendo um grupo multidisciplinar. O projeto, segundo a rede, contempla a definição de novos modelos de operação, baseados nas necessidades dos clientes. 
“A diretriz do programa está ancorada em um amplo estudo do consumidor e nas suas expectativas de consumo. Percebemos que há demandas específicas, que podem ser atendidas com modelos diferentes de lojas, além de variações regionais, o que irá permitir ao Extra entregar uma melhor experiência de compra aos nossos clientes”, informa Laurent Cadillat, diretor executivo do Extra.
Entre as alterações estão a ampliação da largura dos corredores, facilitando a circulação do cliente dentro da loja; novo layout com circuito de compras mais simples; balcão com prestação de serviços, onde clientes poderão realizar pedidos específicos e novo layout das gôndolas com frutas, verduras e legumes. 
A nova loja conta ainda com um paredão de ofertas, situado no corredor de entrada da loja, onde serão expostos produtos com descontos, agrupados conforme a relevância do perfil de clientes da loja; nova comunicação visual e de preço; área de exposição e venda de camas e colchões, além de um espaço exclusivo para a venda de aparelhos e serviços de telefonia móvel, incluindo planos das principais operadoras do País. 
Fonte: A Tribuna

VLT começa a circular na região fora do horário de pico

VLT começa a circular na região fora do horário de pico
Por seis meses, operação entre Santos e São Vicente será das 9h às 16h

Governador esteve na região visitando as obras
Quando começar a operação comercial do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista, em janeiro do ano que vem, o novo meio de transporte que liga Santos e São Vicente vai funcionar de segunda a segunda, apenas das 9h às 16h — fora do horário de pico de estudantes e trabalhadores.
A informação é do diretor-presidente da Empresa Metropolitana dos Transportes Urbanos (EMTU), Joaquim Lopes da Silva Júnior. Ele esteve ontem em Santos e participou de solenidade em que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) autorizou contratação de obras complementares para a finalização do Trecho I do VLT (Barreiros/Porto).
O executivo da estatal afirma que, neste primeiro momento, a operação comercial acontecerá no “interpico” (entre os picos do início do dia e do fim da jornada de trabalho), “cobrando das 9h às 16h, ao longo do primeiro semestre de 2016”.

Para o diretor-presidente da EMTU, trata-se de uma medida de precaução. “Nós estamos começando gradativamente. Não pretendo sair estabanado, cinco para a meia-noite, colocando trem de 3 em 3 minutos”, explica Joaquim Lopes. 
Ele admite que a operação do VLT da Baixada Santista será muito complexa e a compara ao início da operação do Metrô, na Capital. “Ele, que opera em ambiente fechado, quando começou era das 9h às 14h. Ficou um ano fazendo isso. Estou operando em ambiente aberto. Vamos ver no desenvolver da obra, como vamos avançando”, acrescenta o executivo.
Para que a operação comercial seja garantida em janeiro de 2016, a EMTU terá de alugar fiação. “Vamos alugar temporariamente fibra ótica, até que se conclua a obra para garantir que a comunicação do CCO (Centro de Controle Operacional) com essas estações que estarão operando”, diz. Ele não cita quanto custará essa operação e como ela será.
Diversas autoridades participaram ontem de vistorias no prédio em que vai funcionar o CCO, na Avenida Rodrigues Alves, em Santos. O local passará a funcionar efetivamente em dezembro deste ano. Na sala de controle, haverá nove consoles para o monitoramento da operação dos veículos, dos sistemas de fornecimento de energia, da movimentação eletrônica dos passageiros e da segurança das estações e vias.
Obras e mão-de-obra
Na prática, o contrato, com a Construtora Queiroz Galvão, representa a finalização do primeiro trecho (Barreiros/Porto). Com isso, a EMTU espera finalizar as obras no Terminal Barreiros, em São Vicente, e nas estações Bernardino de Campos, Ana Costa, Washington Luiz e Conselheiro Nébias, em Santos. A expectativa é concluir tudo em até 10 meses.
Ao todo, o VLT já consumiu mais de R$ 1,1 bilhão, com projetos, obras civis, veículos e sistemas do trecho Barreiros/Porto e projetos do trecho Conselheiro Nébias/Valongo. O contrato de obras complementares é de R$ 88 milhões.
Em novembro, cerca de 50 profissionais, entre técnicos da EMTU e futuros operadores do Consórcio BR Mobilidade Urbana, vencedor da Parceria Público-Privada para administrar o Sistema Integrado Metropolitano de Transporte, participam de treinamentos para operar o VLT.
“O consórcio contratou uma empresa, a espanhola FGV (Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana) para isso. Ao longo do primeiro semestre, vamos estar operando com operadores que já conhecem o VLT e fazendo transferência de conhecimento para essa mão de obra local se adaptar”, explica.
Fonte: A Tribuna

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

VLT começa a transformar Macuco e gera boas expectativas

VLT começa a transformar Macuco e

gera boas expectativas

A região de 1,7 km² abrigará a Estação Porto e o Centro de Controle Operacional

07/10/2015 - 22:01 - Atualizado em 07/10/2015 - 22:11

Comerciantes e moradores estão otimistas com as obras
Valorização imobiliária, mais segurança e incremento nas vendas são algumas das consequências já sentidas e esperadas pelos quase 20 mil moradores e comerciantes do bairro do Macuco, que concentra duas frentes de trabalho da implementação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT).
A região de 1,7 km² abrigará a Estação Porto e o Centro de Controle Operacional (CCO), no início da Rua Senador Dantas, além de passagens de níveis sobre a antiga linha férrea.
Expectativas
Apesar dos impactos causados pelas obras, a população tem boas expectativas com a conclusão do serviço e o início da operação do sistema de transporte. “Agora tem os transtornos da poeira, de fechar a rua, mas isso tudo trará proveito mais pra frente.
O VLT vai transformar o bairro, com mais gente circulando”, destaca Maria da Graça Ribeiro, 54 anos, proprietária de uma padaria e um restaurante na Rua Rodrigues Alves, que se beneficia com o movimento adicional gerado pelos trabalhadores das obras.
A mesma opinião é partilhada por Vera Lúcia Lima, 61, comerciante e moradora há 30 anos na Rua Borges (ao lado do futuro centro de controle). “O muro do terreno era fechado e aqui ficava muito parado, principalmente aos finais de semana. Com o VLT vai ter mais segurança”, conta ela, cuja a lanchonete também passou a receber mais clientes após o início dos serviços na região.
Já o aposentado Edison dos Santos, 77, morador da Rua Batista Pereira, comemora a maior tranquilidade e a recuperação da área com a chegada do VLT. “Em primeiro lugar, vai acabar com a presença de usuários de drogas que tinha aqui na linha do trem. Também vai ter mais iluminação, com postes a cada 30 e 40 metros, além da valorização imobiliária, porque vai passar bem aqui em frente”.
Padre Anchieta está interditada Desde segunda (5), a Rua Padre Anchieta está com interditação total para o tráfego de veículos entre as ruas Gervásio Bonavides e Álvaro Pinto da Silva Novaes, para a construção de passagem em nível do VLT.
Somente é permitido o acesso dos moradores e comerciantes locais pelas avenidas Senador Dantas ou Siqueira Campos (canal 4), de acordo com o lado em que está localizada a residência ou estabelecimento.
A previsão do Consórcio VLT é que os trabalhos prossigam até as 18 horas do próximo dia 26. Ao todo, 10 painéis informativos aos motoristas foram instalados no entorno pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Estação Porto irá funcionar a partir de julho De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), as obras no Macuco atingiram 55% do previsto e concentram atualmente 560 profissionais.
Estão em andamento as obras civis da garagem dos veículos e dos prédios administrativos e do CCO, com previsão de conclusão em julho do próximo ano. Na mesma data, entrará em operação a Estação Porto, na confluência da Rodrigues Alves com a Senador Dantas, e as outras 14 estações do primeiro trecho de 11,5 Km entre São Vicente e Santos.
A operação comercial do VLT terá início em janeiro, entre as estações Mascarenhas de Moraes (São Vicente) e Pinheiro Machado (Santos).

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Com ajuda da Prefeitura, Santos sonha com novo estádio na cidade

Com ajuda da Prefeitura, Santos sonha com novo estádio na cidade

Clube não pretende gastar um centavo pela nova arena, que teria capacidade para 25.000 torcedores e seria cedido pela Prefeitura para grandes jogos

 - Atualizado em 
O estádio do Santos Futebol Clube, Vila Belmiro
Com capacidade para cerca de 16.000 pessoas, Vila Belmiro seria usada para partidas menores(Andre Penner/AP)
O presidente do Santos, Modesto Roma Júnior, revelou, com extremo otimismo, um projeto que pode viabilizar uma nova casa para a equipe da Vila Belmiro na cidade. O clube, no entanto, não pretende gastar um centavo pelo novo estádio: a Prefeitura Municipal de Santos seria a verdadeira dona da arena e cederia o local ao Santos a custo zero. "Seria um estádio para 25.000 pessoas. A Vila Belmiro ficaria para jogos menores", explicou o dirigente.
O prefeito Paulo Alexandre Barbosa confirmou a possibilidade por meio de nota oficial. "Um novo estádio é bem-vindo para a cidade, mas é preciso aguardar fatos concretos para poder se posicionar sobre o tema". Segundo Modesto Roma Júnior, este é o projeto mais recente que chegou às mãos do Santos e não tem relação com a construtora WTorre, que negociou a construção de um novo estádio no início do ano.
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Na última terça, durante a reunião do Conselho Deliberativo, Modesto falou pela primeira vez sobre o assunto. "Achei o projeto muito viável. Para ser feito em 30 meses. A ideia é preservar a Vila como um templo sagrado e o estádio seria construído a cerca de 1 km de distância. É uma luz muito forte que se apresenta para nós e vamos levar o assunto ao prefeito", disse, à época, para os Conselheiros presentes. Com capacidade para 16.000 pessoas, a Vila Belmiro tem recebido públicos baixos - a média do time no Campeonato Brasileiro é de pouco mais de 9.000 torcedores por jogo - o que fez com que a diretoria transferisse algumas partidas para o Pacaembu, visando atrair o público santista da capital.
Plano - A parceria entre Santos e Prefeitura ainda prevê um investidor já definido, mas mantido em sigilo. Se o projeto vingar, a Prefeitura ficará com o estádio, podendo usufruir da maneira que bem entender, e o Santos mandará seus jogos mais importantes na temporada no local. Como tudo ainda está sob negociação, ainda não há prazos e Modesto não espera que nada esteja concluído até o fim de sua gestão, em dezembro de 2017.
"Não tenho essa vaidade. Eu quero deixar as coisas bem encaminhadas, talvez iniciadas. Mas não tem como isso terminar na minha gestão e não tem qualquer problema de ficar para o próximo". Segundo o dirigente, o projeto "ainda muito embrionário e em fase de estudos" pode ser executado onde fica o CT Rei Pelé atualmente. No entanto, um terreno ao lado, hoje utilizado pela Associação Atlética dos Portuários de Santos, talvez seja a solução mais viável. O Portuários declarou estar aberto a negociações.
(com agência Gazeta Press)